Grau de mobilidade
Voltemos à discussão: por mobilidade podemos entender que é a propriedade daquele que é móvel e que obedece às leis do movimento. Mais ainda, é aquele que tem a capacidade de se mover mantendo sua funcionalidade íntegra, individualmente ou coletivamente.
Para analisarmos o termo sob o ponto de vista de software, consultemos o Wikipédia: “Capacidade de acessar ou executar sistemas através de dispositivos portáteis, facilitando trabalhos que antes eram restritos a grandes dispositivos“. É importante ressaltar que além da transparência de acesso e de localização, comumente requeridas em um sistema distribuído, há a necessidade de assegurar a transparência de mobilidade. Uma breve definição por CDK 4e tras o conceito de computação móvel como aquela que tem o objetivo de “ocupar-se da exploração da conexão em equipamentos portáteis“.
Com todos estes conceitos, não é preciso justificar aqui que é intrínseco da mobilidade a independência total ou parcial de uma infra-estrutura fixa, centralizada de rede; pois para ser móvel é necessário um certo grau de desvinculação física entre os “objetos” (aqueles que estão compondo determinado cenário).
Quanto a esta independência, podemos classificar um sistema quanto ao grau de mobilidade que os dispositivos e as redes móveis dão suporte. Segundo Licia Capra em Mobile Middleware, estes tipos são classificados como:
- Infra-estruturada
- Nômade
- Ad-Hoc
É extremamente importante ter esses conceitos em mente, assim como as possíveis soluções para os principais desafios, ao projetar um novo sistema que envolva mobilidade como requisito da aplicação, para que a mesma não influencie negativamente no resultado final e na experiência dos usuários.
This entry was posted on May 6, 2008 at 2:38 am and is filed under Uncategorized. You can subscribe via RSS 2.0 feed to this post's comments.
Tags: ad-hoc, grau, infra-estruturada, mobilidade, nômade
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